Domingo, 30 de Setembro de 2007

Mais banhos de sangue a partir de hoje...


Lídia Gomes às 22:48
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

A cobra tem uma perna



Spencer Krug é um tipo atarefado. Além de ser vocalista dos Wolf Parade (que lançarão o sucessor do excelente Apologies for the Queen Mary algures em 2008) e membro dos Frog Eyes, Swan Lake e Fifths of Seven, Krug consegue ainda arranjar tempo para escrever as letras e dar voz ao seu projecto secundário – e uma das minhas bandas-fetiche -, intitulado Sunset Rubdown. Dono de dois álbuns de originais, o amador Snake’s Got a Leg e o brilhante Shut Up I Am Dreaming, o projecto combina as duas características mais marcantes dos Wolf Parade – as letras enigmáticas e a voz naturalmente distorcida, impossível de agradar a gregos e troianos, do mesmo campeonato de Alex Ounsworth, dos mais pop Clap Your Hands Say Yeah – ao mesmo tempo que as eleva a um patamar superior, muito por culpa da produção mais crua e do tom mais sombrio que caracteriza a maioria dos temas.


Tudo isto porque Random Spirit Lover, terceiro LP da banda, é posto à venda a 9 de Outubro e, pelo que já tive oportunidade de ouvir, aproxima-se vertiginosamente dos níveis de qualidade do seu antecessor, particularmente em músicas como The Mending of the Gown ou Up on Your Leopard, Upon the End of Your Feral Days. E, assim, estamos perante mais um caso sério no que às eleições de melhores do ano diz respeito. Bastava fazer jus à excelente cover art

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Fábio Jesus às 22:20
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

A música é a mãe de todos os vícios #13

Quem anda familiarizado com este nosso mundo musical português reconhecerá facilmente o trio desta semana, os Micro Audio Waves.

 

Oriundo dos Rádio Macau, o guitarrista Flak proporciona-nos uma viagem pelo mundo electrónico experimental, onde estão bem patentes sublimes composições electro-acústicas.

 

A voz de Cláudia nesta electrónica purista encaixa perfeitamente nas extensões experimentais do grupo, tendo sido o álbum “New Waves” considerado uns dos mais excitantes por John Peel da BBC Radio One. Além desta honrosa menção, ganharam também o Qwartz Electronic Music Awards em Paris, pelo melhor álbum e videoclip.

 

“Fully Connected” é o single desta semana. É um tema que resulta na perfeição ao vivo, tendo os Micro Audio Waves dado um concerto exemplar na edição do Super Bock Super Rock deste ano.


Paulo Lemos




Lídia Gomes às 21:08

editado por Fábio Jesus em 27/09/2007 às 12:50
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Efe Exe

Se vocês são uma das três pessoas que ainda não usam torrents para acompanhar a grande ficção que se vai fazendo do outro lado do Atlântico, saibam que é já amanhã que começa a emissão do canal FX, do grupo FOX, que oferecerá séries como Arrested Development (provavelmente a melhor série de comédia de todos os tempos), Dexter (provavelmente a melhor série da colheita 2006/2007), Six Feet Under (provavelmente a melhor série de todo o sempre), The Wire, Deadwood, My Name is Earl, The Office, Studio 60 on the Sunset Strip e as mais "velhinhas" Millennium e The Pretender. Parece-me muito bem.


Lídia Gomes às 00:36
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

Juventude (2)



Não é de estranhar que o nome de Atom Egoyan conste da lista de produtores de Away From Her, primeira longa-metragem da menina Sarah Polley, mais conhecida pelos seus papéis em filmes como Go, Dawn of the Dead ou, claro está, o brilhante The Sweet Hereafter. A mesma tristeza que pairava em cada frame da obra de Egoyan habita em Away from Her, e o resultado é uma notável primeira obra, um filme simples mas superior sobre o alzheimer e as suas repercussões tanto no doente como naqueles que o rodeiam, elevado a patamares de excelência por um trio de actores do outro mundo: Julie Christie, Gordon Pinsent e essa extraordinária actriz que é Olympia Dukakis, num papel secundário que interpreta com uma naturalidade assustadora. Elegantíssimo na sua construção e infinitamente tocante, Away from Her é, até ao momento, o melhor filme americano que vi em 2007 e se, com certeza, não fará por Sarah Polley o que Lost in Translation fez por Sofia Coppola, pode perfeitamente ser o seu The Virgin Suicides. O que, por si, já é dizer muito.

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Fábio Jesus às 15:01
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

A música é a mãe de todos os vícios #12

Seguindo uma lógica sucessão cronológica musical deste a última crónica em que vos expus o artista The Legenday Tiger Man, é hoje apresentada aos prezados leitores d’Os Novos Pornógrafos a banda coimbrense Wraygunn.

 

Detentora de 3 álbuns, Soul Jam, Eclesiastes 1:11 e Shangri-La, o já conhecido Paulo Furtado afigura-se como frontman deste projecto musical, dando voz a um rock blues muito próprio, que por muitas vezes corteja inspiração ao gospel e até ao funk.

 

As duas vozes das vocalistas auxiliares encabam na perfeição à harmonia dos Wraygunn, conferindo-lhes um carácter especial deveras característico ao nosso universo artístico nacional.

 

Do seu último álbum Shangri-La, segue o single “She’s a Go-Go Dancer”.


 

 


Paulo Lemos


Lídia Gomes às 01:07

editado por Fábio Jesus em 23/09/2007 às 17:34
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Momentos "Saduf! Muito Bom!" #6

 

Lost In Translation (Sofia Coppola, 2003), que vi no mais obscuro cinema da cidade, acabou por não corresponder  totalmente ás minhas enormes expectativas, culpa talvez do avassalador hype que rodeava a até então, última obra da menina Coppola. No entanto, é indiscutível a marca indelével que a película deixou nos mais inveterados cinéfilos, quer pelo seu magnífico (e algo sub-aproveitado) argumento mas principalmente pelo seu misterioso mas encantador final, que por si só, valeu o bilhete. As palavras que Bob Harris sussura a Charlotte são, ainda hoje, um enigma e, por isso, alvo de muita especulação. Mas cá para mim, prefiro continuar na ignorância e imaginar a minha própria versão... mas sempre ao som desse hino que é Just Like Honey, dos The Jesus and Mary Chain.


Lídia Gomes às 19:00
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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Juventude



Permitam-me tirar o chapéu a Joseph Gordon-Levitt, a meu ver um dos actores mais inteligentes da sua geração. Levitt tinha apenas 15 anos quando se tornou famoso como Tommy Solomon, o mais velho dos aliens transformado no mais novo dos humanos em 3rd Rock From the Sun, de Bonnie e Terry Turner, e partir daí nada seria mais simples do que mandar a carreira cano abaixo, como acontece com tantos outros prodígios precoces – os Corey, Macaulay Culkin… – ou, diga-se, com grande parte das estrelas televisivas. Chegou mesmo a prometê-lo – recorde-se 10 Things I Hate About You. Ultimamente, no entanto, o actor amadureceu: tanto em Mysterious Skin (que, inexplicavelmente, só recentemente estreou por cá) como em Brick interpretou personagens multifacetadas e estimulantes, provando que tem talento mais que suficiente para se afastar de estereótipos recorrentes.


No seu mais recente filme, The Lookout, estreia na realização de Scott Frank, argumentista de obras como Minority Report ou Out of Sight, volta a interpretar um jovem complexo: uma ex-estrela do hóquei no gelo juvenil responsável por um acidente traumático que lhe debilita as funções cerebrais tornada cúmplice num assalto a um banco. The Lookout não é brilhante – falta-lhe, talvez, alguma ambição –, mas é uma auspiciosa estreia para Scott Frank e mais um veículo para Joseph Gordon-Levitt mostrar, lado a lado com um notável Jeff Daniels, aquilo de que é capaz. Ele que, nesta altura, é possivelmente o maior representante de um género em crescendo constante: o filme adolescente para adultos.

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Fábio Jesus às 15:49
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

A música é a mãe de todos os vícios #11


Já conhecido por muitos pelos seus antigos e mais recentes projectos como Tedio Boys e Wraygunn, Paulo Furtado é o menino querido de Coimbra que encara a personagem The Legendary Tiger Man.

 

O conceito de One Man Band é aqui aplicado ao máximo. Com uma mestria genial, Paulo Furtado utiliza o seu natural e derradeiro talento musical para a criação de um blues enigmático entranhado num indie rock muito característico. The Legendary Tiger Man demonstra assim à audiência o que melhor sabe fazer cantando, tocando guitarra, bateria e harmónica de uma forma admirável.

 

Este seu blues misterioso fragmentou as barreiras nacionais e alcançou principalmente os corações franceses, onde detém uma considerável legião de fãs. O seu novo álbum Masquerade irá ser editado brevemente nesse país e também nos Estados Unidos.

 

Cru, harmónico e contra todo o pudor socialmente aceite Fuck Christmas I Got Blues é hoje o tema que vos confio.


Paulo Lemos


 



Lídia Gomes às 19:20

editado por Fábio Jesus às 19:29
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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

Era isto...



+

 


… e a Terra voltava a ser um belo sítio para se viver. Isto vindo de alguém que considera Relationship of Command um dos melhores álbuns de todos os tempos.

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Fábio Jesus às 23:36
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100

 

A "toda poderosa" Time elegeu os 100 melhores programas de televisão de todos os tempos. E como toda e qualquer lista, esta tem as suas surpresas, injustiças e confirmações. Muito folgo em saber que a surrealmente genial Arrested Development (foto) caiu nas boas graças dos votantes, tal como a brilhante e comovente Six Feet Under, a esquizofrénica Twin Peaks e outros suspeitos do costume como Sex and the City, Lost, The X-Files ou Seinfeld. Por outro lado ainda estou em carpidura pela não presença de House ou Curb Your Enthusiasm. Principalmente quando American IdolGeneral Hospital e a melosa Felicity estão na lista...

Vejam a lista completa aqui


Lídia Gomes às 00:52
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Sábado, 8 de Setembro de 2007

Amigos



Acabei, finalmente, de visualizar a décima e última época de Friends, a incontornável sitcom de David Crane e Marta Kauffman, e um enorme vazio apoderou-se de mim. A ideia de que possivelmente nunca mais poderei ver um episódio novo de Friends é simplesmente demasiado difícil de conceber.


O humor de Friends nunca teve a inteligência diabólica de Arrested Development ou a ironia mordaz de The Office, e nunca, por um momento, necessitou delas para ter sucesso. O seu maior trunfo foi sempre outro: um sexteto de personagens tão intensamente apaixonantes, tão simples e únicas, tão icónicas, que por si só carregariam qualquer série às costas. Ao longo dos anos, essas personagens cresceram, iniciaram e acabaram relações, saltaram entre empregos e viveram aventuras memoráveis, mas nunca se separaram e nunca deixaram de, no fundo, serem as mesmas pessoas imperfeitas mas ainda assim imediatamente adoráveis do início. Pelo meio, geraram um leque impressionante de running gags – os divórcios de Ross, o sarcasmo na ponta da língua de Chandler ou o How you doin’? de Joey – e imprimiram a sua marca na cultura popular como poucas.


Quando comecei a ver Friends, já há algum tempo que a série havia terminado a sua emissão original. Como tal, posso apenas imaginar como terá sido conviver com a mesma semanalmente, durante dez anos, desde o seu início, em 1994, até o final em 2004, e como terá sido difícil para os que o fizeram abandonar as personagens cujas vidas acompanharam durante uma década. Vi toda a série num período de pouco mais de um ano, durante o qual Friends se transformou de curiosidade em vício compulsivo – de tal forma que nutro um grande carinho mesmo pelas menos fortes últimas épocas, que culminaram numa algo decepcionante series finale. Porque nunca foi nem nunca será feito nada como Friends. Porque Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer nunca deixarão de ser Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross. E porque todos eles serão também, para sempre, meus amigos.


Fábio Jesus às 03:21
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Californication

 

Vistos os primeiros três episódios de Californication, nova série protagonizada por David "Mulder" Duchovny com a chancela Showtime, sente-se um certo trago a desilusão. Não que Californication seja má, muito longe disso, mas definitivamente ainda não conseguiu engrenar. O irresponsável e promíscuo escritor caído em desgraça Hank Moody (Duchovny) é, muitas vezes, fatigante, tal como a própria representação de Duchovny que, embora competente, não consegue disfarçar alguma "canastrisse". Falta alguma coerência à personagem de Hank que passa, enquanto o diabo esfrega um olho, de devorador de mulheres e de whisky ao pai e ex-companheiro que faz tudo para colar os cacos de uma relação que ele próprio ajudou a partir, com prejuízo para a acção, para já ainda um tanto ou quanto desconexa. E mesmo não sendo uma comédia pura, Californication não consegue arrancar os sorrisos esperados.

 

Contudo há mais que razões para acreditar numa evolução positiva da série de Tom Kapinos. Apesar de doentia e macilenta, a relação entre Hank e a sua ex-companheira Karen (Natacha McElhone) tem como principal aliada a perceptível química entre os dois actores. A filha do casal Becca (Madeleine Martin), precoce adolescente de 12 anos, é uma magnífica secundária, ofertando-nos até ver, um dos grandes momentos da série na sua dissertação acerca da falta de pêlos público das namoradas do seu pai. Os diálogos são mesmo a "trave mestra" de Californication.

 

Emparelhada com Weeds nas noites de 2ºfeira, a Californication falta muita da subtileza da série de Jenji Kohan mas não se trata de um mau producto. Se bem que de um canal que nos brindou com já a referida Weeds, The L Word ou a fabulosa Dexter espera-se sempre o melhor possível.


Lídia Gomes às 01:42
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

A música é a mãe de todos os vícios #10



Presenteio-vos hoje com os X-Wife, um já conhecido conjunto de rock electrónico com claras influências punk e post-punk.

 

Certamente que esta é uma banda que os caros leitores d’Os Novos Pornógrafos já ouviram falar. Dançáveis quanto baste, esta banda entrega-se por completo nos seus concertos às audiências e engendram uma química especial, onde a (não) assumida timidez do vocalista e frontman João Vieira contrasta com a força e energia que os X-Wife difundem ao vivo.

 

Já percorreram praticamente todas as salas de concertos do País e a sua presença em Queimas das Fitas tornou-se cada vez mais habitual. Tocaram também no Super Bock Super Rock, dando um concerto de uma invejável qualidade. Depois de terem conquistado muitos ouvidos portugueses partiram para o estrangeiro, tendo já actuado em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos.

 

Deixo-vos com o ritmado tema “Ping Pong”, do seu segundo álbum “Side Effects”.


Paulo Lemos

 


Fábio Jesus às 22:20
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Spielberg sobre Spielberg



Realizado por Richard Schickel, crítico de cinema da revista Time, Spielberg on Spielberg é um documentário televisivo que intercala pequenos clips de filmes do realizador com opiniões do próprio sobre os mesmos, viajando desde os tempos em que um Spielberg adolescente realizava filmes amadores em 8mm até à sua mais recente obra, Munich. Spielberg on Spielberg não dirá muito ao espectador casual, mas qualquer cinéfilo observará em pleno deleite enquanto Spielberg discute apaixonadamente a criação de Jaws, o falhanço de 1941, a experiência emocionalmente devastadora que foi filmar Schindler’s List ou como acordou com um descrente George Lucas trocar 2,5% do lucro de Close Encounters of the Third Kind por o mesmo valor do lucro de Star Wars e ainda hoje recebe dinheiro à custa desse acordo. Uma pesquisa sobre a filmografia de Richard Schickel revela que o crítico realizou documentários similares sobre Martin Scorsese, Clint Eastwood ou Elia Kazan, mas infelizmente é quase impossível conseguir uma cópia. Uma pena, pois não duvido que sejam igualmente fascinantes.


Fábio Jesus às 17:10
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

É um doce

E é tão bom quando os desvarios experimentais deixam de ser insípidos, arrastados e desconexos e resultam num conjunto de autêntico fascínio-pop para o mais aguerrido melómano. Há por aí muito boa gente endeusada (Hello The Besnard Lakes!) que precisa de aprender com estes rapazes. Strawberry Jam dos Animal Collective é um dos álbuns do ano.

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Lídia Gomes às 23:51
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Sábado, 1 de Setembro de 2007

Longford



Se há razão para ver Longford, telefilme produzido pela norte-americana HBO sobre os notórios “Assassínios dos Pântanos” e particularmente a relação estabelecida entre Lorde Longford e a assassina Myra Hindley, essa é a magnífica composição de Jim Broadbent como Longford, verdadeira metamorfose a todos os níveis e trabalho notável de interpretação de um homem tão complexo quanto fascinante. Samantha Morton, Lindsay Duncan e um soberbo Andy Serkis – a atestar que merece bem mais do que fazer trabalhos de motion capture e voz em filmes de Peter Jackson – completam o superlativo elenco. Com argumento de Peter Morgan (The Queen) e realização de Tom Hooper (Elizabeth I), o filme, na boa tradição dos melhores telefilmes, é um sóbrio estudo de personagens, desprovido de artifícios excessivos mas ainda assim captivante do início ao fim.

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Fábio Jesus às 14:29
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