Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Intervalo

 

Voltamos durante a próxima semana. Até já.


Fábio Jesus às 18:46
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Praia

Segundo aparte em dois dias, vê-se mesmo que estamos em tempo de férias: um sentido bem hajam aos senhores Brian Rothstein, Eric Tams e Sukhbir Sidhu, trabalhadores afincados (não duvido) da PopCap Games e criadores desse pedaço diabólico de software a que chamaram Peggle, vício incontrolável de há dois anos para cá, assassino de tempos mortos (trocadilho!), atestado ao poder da fórmula vencedora, por mais aparentemente simples que seja. Alguém disse Pajitnov?


Fábio Jesus às 23:27
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Da imprensa desportiva (perdão, futebolística)

[Off-topic] Sim, penso que desde que me lembro de existir que esta é a primeira capa de um desportivo que não coloca em destaque o futebol. O que diz muito da nossa imprensa desportiva. Foi preciso um rapaz de Baltimore ter ganho oito medalhas de ouro com sete recordes do mundo e dar a volta a um feito com mais de 30 anos tornando-se o maior atleta olímpico de sempre para que os nossos desportivos se lembrassem que há vida para além do futebol, que super-homens não são só os Cristianos Ronaldos e os Quaresmas deste mundo. Parabéns a' O Jogo pela coragem de contrariar um país que vai sofrendo de futebolite aguda e, não pedindo que isto se torne a regra, que também não seja a única excepção.

 

N.B - Tenho uma certa curiosidade para ver as capas dos desportivos amanhã. Mas vou apostando num cantito escondido para a Vanessa Fernandes e o destaque para aquele-reforço-que-afinal-nunca-virá do Benfica...

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Lídia Gomes às 20:13
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Homem contra a natureza/Homem contra si próprio

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Fábio Jesus às 21:58
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

As belas burguesas

Sobre Mad Men já é conhecida a opinião cá da casa: é uma série soberbamente bem escrita, com uma atenção e um cuidado sem precedentes na criação do tal ambiente que por   já se referiu. É também uma série de personagens habilmente construídas, expoente máximo atingido pelo tão fascinante como amargurado Don Draper. Mas se há personagem que tem crescido proporcionalmente com a série é a Betty Draper de January Jones. Confesso que inicialmente não dava muito pela esposa dedicada de Don. O seu papel parecia condenado à dona de casa suburbana e burguesa que prepara o jantar e cria os filhos, enquanto o homem da casa ganha a vida na grande cidade. Mas não. O final da primeira temporada e este início de segunda provaram que por trás de uma cara de anjo esconde-se uma mulher de desejos, que fantasia com vendedores porta-a-porta e maquinas de lavar 'nervosas', que usa e abusa do charme para conseguir o que quer, que não fica indiferente aos apelos carnais que vão surgindo. E sua curiosa reacção à notícia de que uma antiga companheira enveredou pela 'mais antiga profissão do mundo' não deixa dúvidas: há aqui muito de Séverine Serizy, Belle de Jour para os amigos.


Lídia Gomes às 22:51
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Súbito e inexplicável

 

El Ángel Exterminador (Buñuel, 1962) e The Happening (Shyamalan, 2008)

 

 

(dá-me para isto)

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Fábio Jesus às 01:17
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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

México

Em On The Road (Jack Kerouac, 1957) Sal e Dean atravessam a fronteira pelo desafio, pelo vício da estrada. Queer (William S. Burroughs, 1951-53) apresenta-nos William Lee, um homem consumido pela droga, pela loucura, fugido da justiça. Andy, Dag e Claire, os protagonistas de Generation X: Tales for an Accelerated Culture (Douglas Coupland, 1991)  fogem de um mundo corporativo, tecnocrata, instrumentalizado. Nesse poço sem fundo que são as caracterizações das diversas generations na literatura norte-americana - quer seja a Beat Generation ou a mais tardia Generation X - há um lugar comum, de redenção, ou um simples subterfúgio: o México. Há outras convergências: sexo, drogas, juventudes mais ou menos desvairadas. Pegando no post anterior, escrevesse Craig Finn um livro e Charlemagne, Holly e Gideon não destoariam de Sal, Dean, Lee, Andy, Dag e Claire. Só lhes falta fugir para o México.


Lídia Gomes às 23:53
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Aquecimento

Numa demanda pessoal por aprofundar os conhecimentos do corpo da obra finniana, atiro-me de cabeça à discografia dos Lifter Puller, banda que ocupou o tempo do vocalista dos Hold Steady durante parte dos anos 90. Escolho Soft Rock, compilação de 2002 que inclui a esmagadora maioria das suas canções, excepção feita ao último álbum e a um punhado de b-sides e raridades. Não sei o que esperar, se o uma espécie de embrião dos Hold Steady ou algo completamente diferente. Sigo receoso mas expectante. À primeira música, dissipam-se quaisquer dúvidas: Finn canta sobre sexo e drogas e ouvem-se, em partes, ecos de Knuckles (perdão, em Knuckles ouvem-se ecos de Secret Santa Cruz). Com Math is Money chega a primeira referência às Cidades Gémeas (no refrão com todo o destaque, nem mais); mais tarde alguém quase morre e aos poucos multiplicam-se as referências familiares. Dissipa-se o receio, aumenta a expectativa para o que virá a seguir. E entre o que vem a seguir há, enfim, coisas excepcionais. Terra firme, portanto.     

 

PS - Vide.

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Fábio Jesus às 16:50
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Uma questão de tamanho

Será estranho, no mínimo. Mas da HBO não se esperaria menos. Será estranho ver uma comédia negra sobre um treinador de basquetebol e o seu majestoso orgão sexual. E mais estranho ainda ver Thomas 'The Punisher' Jane a protagonizar esta Hung. 'A New Kind Of Punisher' diz o AICN. Eu não encontraria melhor jogo de palavras!


Lídia Gomes às 23:39
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Sábado, 2 de Agosto de 2008

Más influências

 

Rebecca (Hitchcock, 1940) e Viridiana (Buñuel, 1961).

 

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Fábio Jesus às 12:38
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