Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

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Lídia Gomes às 10:36
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Os dias passam e eu cada vez mais gosto disto


Lídia Gomes às 22:09
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Sábado, 19 de Junho de 2010

Música para gente real

Não seriamos mais de 200 no Gebaude 9, armazém decadente feito casa de concertos em Colónia, bem junto ao Reno. Os The Hold Steady não são exactamente uma banda de massas. Ou se calhar até são, as massas é que não lhes dão importância, o preço que se paga por se ser terrivelmente verdadeiro sobre a vida dessas massas. Irónico, não é? Enfim, não interessa. Na última terça o que assisti foi a um desfilar de pequenos contos sobre a vida americana, a América suburbana do midwest. Começou com Constructive Summer, ou a melhor música de Verão de sempre, e Multitude of Casualities e seguiu-se uma jornada em jeito de best of com óbvio destaque para o último Heaven is Whenever. Os hinos estiveram lá todos, Stuck Between Stations, Chips Ahoy!, essa máquina que é Massive Nights, Stay Positive ou Magazines, daqueles temas em que às tantas a malta está toda de garrafa de cerveja no ar e a acompanhar os oh-oh-oh's. Mas há dois momentos absolutamente definidores do concerto: o revisitamento a Girls Like Status, um daqueles temas que não se percebe muito bem porque é um lado b de tão cheio do imaginário holdstediano da acidez da crítica e das referências populares que está e a quase balada We Can Get Together, com direito a prólogo por Craig Finn, porque o importante mesmo é estar com os amigos, beber umas cervejas, porque o céu é quando nos encontramos, nos sentamos no chão e ouvimos uns álbuns.

 

Coisas de gente real. Os The Hold Steady são mesmo assim. Fazem música sobre gente de carne e osso, gente que trabalha, gente que anda na universidade, gente que vai a concertos e ocasionalmente bebe demais. Gente que é boa gente mas não pode ser gente boa toda a noite e que assume todos os seus pecados. E assim é Craig Finn, um daqueles tipos que usa o palco para expiar essa rotina da gente real: ele cospe-se, baba-se, tem espasmos, fala sozinho, salta, mas cá fora é mais real que a maior parte de nós. É simpático e tímido como a maior parte das pessoas e fala-me simpática mas timidamente da namorada e do gato, do vizinho que lhe guarda o gato e que vai-se a ver e é David Robbins dos Titus Andronicus e às vezes é tão bom conhecer gente de verdade, sem pretensões a ser mais do que gente normal e que ainda por cima torna isso em música, em música incrível e honesta. E não será mais complicado fazer música sobre isso? O total contraste da excentricidade roqueira. Os The Hold Steady não são a melhor banda do mundo porque não estão nesse campeonato. Nem lhes interessa. Eles vão continuar a ser a melhor banda do mundo para quem está sentado ao balcão do bar porque o rock and roll também nasceu para isso.


Lídia Gomes às 12:00
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Até me tornar pós-graduada isto vai andar meio parado

 

 


Lídia Gomes às 20:55
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