Domingo, 15 de Junho de 2008

Nós já não moramos aqui

O meu muito obrigada a Michael Patrick King por quase destruir a devoção que tinha por estas quatro senhoras. Por fazer de Miranda uma mulher sofrida e de Carrie adolescente volúvel outra vez. Por apatetar ainda mais Charlotte e por ter tornado o que já foi uma das mais ícónicas séries de televisão da história das séries de televisão num  borrão de clichés. Demasiado comprido e abundante em overacting, Sex and the City versão grande tela é, mais do que um episódio muito grande da série, uma temporada medíocre condensada. Acabou-se, sem dó nem piedade, o mito das mulheres que eu quero ser. Valha-nos Nova Iorque, a Fashion Week, os modelitos, Samantha - porque é a mais equilibrada das personagens da estória - e os Manolos. Os Santos Manolos...

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Lídia Gomes às 22:50
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4 comentários:
De f.amado a 15 de Junho de 2008 às 23:51
Nunca gostei da série nem daquela senhora Parker , não sei porquê mas irrita-me como ninguém. Qualquer menção ao seu nome ou a esse programa televisivo provoca-me uma funesta enxaqueca.
Mas hoje ao ler esta opinião sobre o filme senti O alívio que há muito esperava. Espero que o resto do mundo volte à realidade ao fim de tantos anos num mundo ilusório e de mau gosto!


De Lídia Gomes a 16 de Junho de 2008 às 00:58
Bem, eu nunca achei que o Sexo e a Cidado fosse exactamente o "mundo real", nem sei até que ponto a série tinha pretenções a tal. Mas adorava a série, ainda hoje adoro. A questão é que o filme, também um pouco como a última temporada da série, vai contra muito do que eu achava que as personagens realmente personificavam. Reinou a vontade de fazer uns milhões e de deixar as românticas um pouquinho mais felizes...


De syrin a 16 de Junho de 2008 às 20:13
Pois!
Nunca me tinha virado tanto numa cadeira do cinema: não por falta de posição, mas por falta de interesse no que se estava a passar no ecrã.
Enfim...


De Lídia Gomes a 16 de Junho de 2008 às 20:35
E eu que até sou muito respeitadora, dei por mim com as patas no banco da frente (vá, não estava lá ninguém também...), isto depois de já ter estado em posição fetal como que a perguntar "Porquê? Mas porque é que se lembraram de fazer tal coisa...":)
bj


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