Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Ouvido em 2008, descoberto em 2009

(ou, pelo menos, as duas canções começadas por People colam e não desgrudam)

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Fábio Jesus às 11:33
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

O plano

É esta, porventura, a cena de argumentista de Hunger, e o texto é notável. Mas é Steve McQueen que a torna brutal e memorável. Deixar assim a câmara, abandonada, sozinha durante dezassete minutos, frente a dois actores, uma mesa e um maço de cigarros, é coisa de quem sabe o que quer e não faz concessões. Há que tirar o chapéu, claro, a quem ainda tem coragem de fazer uma coisa destas.

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Fábio Jesus às 20:35
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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

2008 em televisão

The Daily Show/The Colbert Report (Comedy Central)

 

Dexter (Showtime)

In Treatment (HBO)

The Life and Times of Tim (HBO)

Lost (ABC)

The Middleman (ABC Family)

The Office (NBC)

Pushing Daisies (ABC)

Reaper (CW)

Sons of Anarchy (FX)

True Blood (HBO)

 

Não vi Mad Men (2.ª época), da AMC, Battlestar Galactica, da Sci-Fi, The Shield, da FX, Californication, da Showtime, Flight of the Conchords, The Wire (5.ª), John Adams e Generation Kill, todas da HBO. Vantagem para esta última, mesmo assim, em ano de dita crise criativa (com mudança de presidente a acompanhar). E vêm aí Scorsese, Simon, Fontana e (talvez) Milch. Uma palavra para The Middleman, muito melhor do que teria, à partida, direito de ser, tendo em conta o bloco na qual foi enfiada, a mostrar a muito boa gente que há maneiras de subverter o formato procedural nesta época pós(durante)-CSI. Por cá, a desolação do costume. Futebol (e de fraca qualidade, como que em concordância com tudo o resto) e pouco mais.

 

Jon Stewart e Stephen Colbert são os maiores.


Fábio Jesus às 22:45
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

2008 em filmes

De (estreados em) 2008:

 

4 luni, 3 saptamâni si 2 zile (Cristian Mungiu)

Aleksandra (Aleksandr Sokurov)

Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes)

Coeurs (Alan Resnais)

Entre les Murs (Laurent Cantet)

La Graine et le Mulet (Abdel Kechiche)

No Country for Old Men (Joel e Ethan Coen)

Obsluhoval jsem anglického krále (Jirí Menzel)

There Will Be Blood (Paul Thomas Anderson)

We Own the Night (James Gray)

 

Iron Man (Jon Favreau)

(Porque me pareceu o mais honesto dos filmes de Verão norte-americanos)

 

Em 2008:

 

2001: A Space Odyssey (Stanley Kubrick)

A Matter of Life and Death (Michael Powell e Emeric Pressburger)

Angst essen Seele auf (R.W. Fassbinder)

Days of Heaven (Terence Malick)

Don't Look Now (Nicolas Roeg)

La Jetée (Chris Marker)

Johnny Guitar (Nicholas Ray)

The Man Who Shot Liberty Valance (John Ford)

Los Olvidados; El Ángel Exterminador (Luis Buñuel)

La Passion de Jeanne d'Arc (Carl Theodor Dreyer)

Rebecca; Shadow of a Doubt (Alfred Hitchcock)

Santa Sangre (Alejandro Jodorowsky)

Le Souffle au Coeur (Louis Malle)

Sunrise: A Song of Two Humans (F.W. Murnau)

Tôkyô monogatari (Yasujiro Ozu)

Ugetsu Monogatari (Kenji Mizoguchi)

Il Vangelo Secondo Matteo (Pier Paolo Pasolini)

I Vitelloni (Federico Fellini)

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Fábio Jesus às 14:21
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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

2008 em Música (2)

Amanda Palmer - Who Killed Amanda Palmer
Bon Iver - For Emma, Forever Ago
Bonnie 'Prince' Billy - Lie Down in the Light
Deerhunter - Microcastle
The Dodos - Visiter
The Hold Steady - Stay Positive
James McMurtry - Just Us Kids
Mount Eerie com Julie Doiron e Fred Squire - Lost Wisdom
Okkervil River - The Stand Ins
Why? - Alopecia

_________________________

 

Alejandro Escovedo - Sister Lost Soul
Antony and the Johnsons - Shake That Devil
Calexico - The News About William
Damien Jurado - Gillian Was a Horse
The Decemberists - Valerie Plame
Delta Spirit - People C'mon
Destroyer - Shooting Rockets (From the Desk of Night's Ape)
Frightened Rabbit - The Modern Leper
Glasvegas - Geraldine
The Gutter Twins - The Station
Los Campesinos! - Death to Los Campesinos!
M83 - Kim & Jessie
The Mountain Goats - Heretic Pride
Os Pontos Negros - Conto de Fadas de Sintra a Lisboa
Os Quais e José Tolentino Mendonça - Caído no Ringue
Randy Newman - Losing You
Shearwater - Rooks
Shugo Tokumaru - Parachute
Sun Kil Moon - Lost Verses
The Tallest Man on Earth - I Won't Be Found
TV on the Radio - Golden Age
The Walkmen - In the New Year
The War on Drugs - Arms Like Boulders
Vampire Weekend - Campus
Wolf Parade - The Grey Estates

_________________________

 

Amanda Palmer (Koko)
Bonnie 'Prince' Billy (O Meu Mercedes é Maior que o Teu)
Leonard Cohen (Passeio Marítimo de Algés)
The National (Aula Magna)
Sunset Rubdown (Zé dos Bois)

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Fábio Jesus às 23:58
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

2008 em música

15 álbuns

 

1. The Hold Steady Stay Positive

2. Beach House Devotion

3. Bon Iver For Emma, Forever Ago

4. Deerhunter Microcastle

5. Tiago Guillul IV

6. Vampire Weekend Vampire Weekend

7. Amanda Palmer Who Killed Amanda Palmer

8. b fachada Viola Braguesa EP

9. Portishead Third

10. The Dodos Visiter

11. Fleet Foxes Fleet Foxes

12. João Coração Nº1 Sessão de Cezimbra

13. Pete & The Pirates Little Death

14. Shearwater Rook

15. The Week That Was The Week That Was

 

20 músicas

 

Beach House  'Gila'|'House of Chambers'

The Hold Steady  'Constructive Summer'|'Sequestered In Memphis'

Shearwater  'The Hunter's Star'

Amanda Palmer  'Ampersand'

Bon Iver  'Skinny Love'

Bonnie 'Prince' Billy  'Missing One'

Deerhunter  'Agoraphobia'

Fleet Foxes  'White Winter Hymnal'

The Dodos  'Fools'

The Mountain Goats  'Sax Rohmer #1'

The Walkmen  'In The New Year'

Tiago Guillul  'Não Há Descanso no Sistema da Babilónia'|'Igrejas Cheias ao Domingo'

TV on the Radio  'Family Tree'

Vampire Weekend  'Oxford Comma'

Wolf Parade  'Language City'

b fachada  'Anda Que Está Dura'

João Coração  'Dobra' 

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Lídia Gomes às 22:41
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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Blitzerkrieg (aprendam, jornais desportivos)

Wolf Blitzer é o rosto protagonista daquela a que chama, e com razão, “the best political team on television” que, diariamente, consigo convive no programa da CNN The Situation Room. É um noticiário alargado, na origem com três horas de duração, em fim de tarde e início de serão (horário da costa Leste), que entre nós chega através da emissão internacional do canal, já de noite, todavia a horas de ver... O programa foi este ano assumido pela CNN como âncora para o acompanhamento do processo eleitoral, acolhendo além da equipa habitual a presença regular de outras “estrelas” da estação como Anderson Cooper ou John King. Wolf Blitzer foi assim o pivot de serviço ao acompanhamento das eleições na CNN. Diariamente, mas também em noite de primárias, de debates e, claro, na maratona dos resultados finais, a 4 de Novembro. O jornalista veterano, que em tempos foi correspondente na Casa Branca, mostrou em 2008 como uma tranquila informalidade na gestão da notícia, dos que a relatam e comentam pode ser usada em favor de uma informação séria e televisivamente eficaz.

 

Sobre Wolf Blitzer sei pouco. Sei que, em tempos, Quentin Tarantino chamou a Harry Knowles, criador do site Ain’t It Cool News, “o Wolf Blitzer da internet”. Sei que lidera o espaço informativo da CNN e sei que é dono de uma barba que lhe confere um ar de urso (não no sentido pejorativo, entenda-se) velho e sábio, mas inofensivo. De resto, os poucos contactos que tenho com o senhor e com outras faces da informação televisiva norte-americana, de Anderson Cooper e Brian Williams a Bill O’Reilly e Sean Hannity (ah, os demónios-mor da demoníaca FOX) chegam-me, inevitavelmente filtrados e invariavelmente vilipendiados, pelas vozes ácidas dos protagonistas da mais inspirada double-feature da ficção televisiva norte-americana, Jon Stewart (ele também uma das figuras do ano para os autores do blogue em questão) e Stephen Colbert. Sei, no entanto, o seguinte: há talvez dois meses, por ocasião da sua passagem pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, perguntei a Daniel Okrent, primeiro provedor do New York Times, o que tinha ele a dizer sobre o espantoso circo (ipsis verbis) que é a vertente informativa da televisão do seu país, especificamente durante a recente campanha eleitoral. Invoquei em particular o caso, na altura com poucos dias, do absolutamente inovador (e inútil) novo gadget da CNN, um projector holográfico que pôs Wolf Blitzer em entrevista com uma representação virtual da correspondente Jessica Yellin. A resposta foi tão surpreendente quanto peremptória, e pode ser resumida pelas duas primeiras frases: “First of all, Wolf Blitzer is a jerk. He shouldn’t be allowed to talk to a real person, let alone a hologram.” Vozes discordantes, portanto. De um lado, um conhecido jornalista musical português, por outro, um conhecido jornalista jornalístico (hein?) nova-iorquino. Havia algo no aspecto de Okrent (que também parece um urso velho e sábio, mas com um ar ameaçador o suficiente, em concordância com o papel que desempenhou no Times) que me faz pender para o seu lado.    


Fábio Jesus às 23:33
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Contemplação pop

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Fábio Jesus às 17:21
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Outras eleições

Apesar do mais ou menos implícito objectivo comercial, fica a sugestão de passarem por aqui e fazerem parte da eleição dos melhores do ano para os leitores da mui amada - ainda quem nem sempre estejamos em sintonia - Pitchfork. Podem eleger os melhores álbuns, temas e toda uma panóplia de itens (inclusive bajulação da dita publicação). E não mostrando já todas as cartas sobre os meus mais que queridos e estimados do ano, posso asseverar que os Beach House e os The Hold Steady foram abusivamente referidos.

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Lídia Gomes às 23:26
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Uma Casa de Praia na Grande Cidade

Whisky e cigarros. Pozinhos de criancice e uma ponta de sonho. Muita sensação. A voz de Victoria Legrand já não existe. E a música dos Beach House torna-se tão mais inteligível ao vivo por causa dela. A verdade é que o Moby Dick - simpática e mais acolhedora que intimista sala de Madrid - estava ganho à partida: o duo de Baltimore deambula pela Europa há algum tempo e, dizem logo de início, o público espanhol é o que mais lhe caiu no goto. Mesmo assim houve esforço e alma para fazer uns quantos corpos se mexer e vários pares de olhos se fechar. Com Devotion como ponto de partida e passagens pelo homónimo de 2006, o espectáculo foi curto, conciso mas sempre denso. Faltou Turtle Island mas Gila (canção do ano?) e a epopeia de comoção que é Heart of Chambers fizeram o seu papel - de fechar os olhos, leia-se. A tranquilidade do campo invadiu a cidade e, por momentos, o trânsito incessante do Paseo de la Castellana parou.


Lídia Gomes às 22:21
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

De volta

Eu, Colin Meloy e respectivos compinchas: a saga do prog-rock hiper-literato (obrigado Stephen T. Colbert) continua, em dose tripla, entre este mês e Dezembro.

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Fábio Jesus às 20:38
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Antes que te queimes

Demora a carburar, é certo, mas no final tudo se encaixa. Nem sequer chega a provocar risos estridentes mas inquieta. Verdade seja dita: muito mais do que uma comédia, Burn After Reading é uma crítica crua à sociedade do "não olhar a meios para conseguir os fins", fins esses de uma frivolidade tão atroz que chega a revoltar. Como bom filho dos Coen que é tem violência - da boa, nada de promoções -, tem um Brad Pitt lunático e saloio, um John Malkovich neurótico - igual a si próprio, portanto - e de misericórdia zero. E no final o que não tem sentido tem todo o sentido do mundo, que o diga J. K. Simmons (sou só eu ou as pequenas cenas em que o papá da Juno aparece são das coisas mais deliciosas dos últimos tempos?).

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Lídia Gomes às 15:29
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Londres. Até já.


Fábio Jesus às 17:29
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Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Agosto

À parte de toda a verbosidade sobre a ficção que quer ser documentário e o documentário que quer ser ficção, à parte de um das mais inspiradas e incessantes bandas sonoras de que há memória, à parte de ter visto Apocalypse Now e Indiana Jones onde provavelmente não devia ter visto Apocalypse Now e Indiana Jones, à parte do que me pareceu ser um tremendo fodam-se na direcção de produtores, produtoras, distribuidores, distribuidoras e resquícios por esse país fora, à parte de toda a auto-indulgência que por lá anda, à parte, enfim, de qualquer consideração subjectiva sobre a qualidade ou ausência dela da obra, apetece-me dizer apenas isto: Aquele querido mês de Agosto, de Miguel Gomes, é o filme com os maiores tomates do Mundo. E filmes com os maiores tomates do Mundo não se vêem todos os dias.

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Fábio Jesus às 15:24
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Maria Elena Barcelona

Impossível não sentir um leve trago a desilusão depois de ver Vicky Cristina Barcelona. Com esse suculento pedaço de cenário que é Barcelona como pano de fundo e um ensemble de respeito pedia-se muito mais à camara e à pena de Woody Allen. A estória, essa, é surpreendentemente banal, previsível, com piscadelas de olho - falhadas, note-se - a Almodovar, e a Barcelona, aquela cidade de cores, aqui enjoa de tão neutra . Mais que isso, a dita nova diva de Allen tem uma interpretação tão acomodada quanto o seu mestre, tão insossa que só mesmo o carisma da sua wing woman Rebecca Hall evita o bocejo. E no fim de contas, inesperado é mesmo perceber que Vicky Cristina Barcelona vale por Penélope Cruz e a sua Maria Elena, louca, arrebatada, o filme em si (ou o que deveria ter sido).

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Lídia Gomes às 23:53
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Simpático...

... o que já não é pouco. Fazer um disco capaz de nos fazer bem é, cada vez mais, uma tarefa hercúlea. Os Ra Ra Riot não são exactamente originais e vão, aqui e ali, de forma mais ou menos descarada, buscar influências e ritmos - é de mim ou o refrão de Dying Is Fine soa demasiadamente a First Of The Gang To Die, do senhor Morrissey? - mas nos 36 minutos de The Rhumb Line, deixam-nos com um sorriso nos lábios. Agora espera-se mais consistência, algo que vai faltando a estes sucedâneos dos Arcade Fire que vão aparecendo. 

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Lídia Gomes às 13:20
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

the kids don't stand a chance

(e Ruby and Carlos é uma das grandes canções de amor - ou de qualquer outra coisa - deste ano:

And Ruby's in his thoughts sometimes
what thoughts can get out past the wine
he feels her fingers on his brow
and right then he misses how
she looked in that gray morning light
she never shaved like they all do now
he sees it all behind his eyes
and his hands go searching but they come up dry)

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Fábio Jesus às 22:31
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Podem gozar comigo mas eu juro que gostava de estar em Portugal só para...

...ver o que é que a SIC vai fazer com essa instituição das tardes da minha infância que era A Roda da Sorte. Felizmente o apresentador é o mesmo. Sei que está na moda dar porrada no Herman (e nem toda é injustificada) mas a verdade -  e aquele programa que pôs uma data de gente a brincar ao Singstar prova-o - é que o rapaz continua infinitamente melhor a apresentar os chamados programas de variedades do que talhado para talk show host. Senão, vejam um dos melhores momentos de televisão que esta vossa escriba já teve a oportunidade de ver. 

 

N.B - Tenho cá para mim que esta foto é bem capaz de ser das melhores fotos da história dos Pornógrafos. Só suplantada pela dos Morangos...

 


Lídia Gomes às 17:56
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Meu querido mês de Setembro

Estamos de volta. Nós, os pornógrafos, e o nosso querido Setembro, mês de estreias muito aguardadas e de saudosos retornos. Das séries novas, muita expectativa para ver a nova de Alan Ball, True Blood - mesmo que enxovalhada por tudo o que é crítica mais ou menos especializada - e Fringe - outra que J.J. Abrams devia ter deixado na gaveta, ou mais que isso? - e nos regressos, braços abertos para o velho House, para os também já nossos amigos de How I Met Your Mother, a boa disposição de Chuck e o nosso sanguinário preferido, o bom do Dexter Morgan. Ah Setembro, se todos os meses fossem como tu...


Lídia Gomes às 01:02
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

E eu era uma nuvem

Devidamente destacado aqui - com honras de pontuação máxima - e um pouco por toda a blogosfera, não há dúvidas que, muito mais do que um grande álbum, Rook, o quinto trabalho dos Shearwater, transpira beleza, circunspecção e até uma certa sobriedade. Certa porque, se por um lado ouvir Leviathan Bound é quase como estar dentro de um desenho animado antigo e I Was a Cloud é um adágio bem orgânico, Century Eyes e Rooks mostram uns Shearwater bem mais rough, mais poderosos, menos 'certinhos', prosaicamente falando. Na verdade, o que torna este Rook realmente coeso é aquela voz de Jonathan Meiburg - um Antony mais magrinho - e aquela melancolia tão impregnada. E ela rebenta na enorme The Hunter's Star, daqueles temas capazes de nos fazer perder o chão, nem que seja por 4 minutos e 1 segundo.

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Lídia Gomes às 23:22
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