
Tudo o que vi de Christophe Honoré irritou-me de sobremaneira. Este novo Non Ma Fille, Tu n'irás Pas Danser não foi excepção (ainda assim, grande título). Honoré não é um mau realizador mas é um péssimo contador de estórias. Non Ma Fille, Tu n'irás Pas Danser é um filme que está sempre por resolver. Durante duas horas vemos Lena - Chiara Mastroianni que faz dos filmes de Honoré sempre um bocadinho melhores do que se não estivesse - e a sua família: pais, irmãos, cunhados, ex-marido, filhos. Lena é infeliz mas a sua família não é menos. E porquê? Nunca se sabe muito bem. Lena e a irmã Frédérique dão-se mal, depois dão-se bem. Porquê? Os pais de Lena amam-se mas às vezes odeiam-se. Lena não consegue deixar de estar infeliz, nem com a família a matar-se por lhe sacar um sorriso. E nós nunca sabemos porquê. É como se tudo neste filme andasse por ali a passear, como aquela malta que vai passear o carro a 20 à hora a um Domingo à tarde. A vida é assim? Está bem. Mas isto é cinema e para mim não chega. Desculpem.
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